Manutenção e prevenção: Evite o superaquecimento de seu veículo

 

Uma das principais dores de cabeça dos motoristas certamente é quando o carro sofre um superaquecimento e sobe aquela fumaça pelo motor correto?

O sistema de arrefecimento deve estar sempre em perfeitas condições, pois certamente ele te deixará na rua. O sistema faz com que o calor do motor seja controlado trabalhando em uma temperatura ideal com menos atrito e degaste precoce.

Abaixo você verá quais as principais peças que fazem parte do sistema do arrefecimento de seu veículo. Todas elas fazem seu motor trabalhar perfeitamente.

O sistema de arrefecimento é composto por:

 

Radiador

radiador honda civic

 

 

 

 

 

Bomba d’ água

bomba d água

 

 

 

 

 

 

 

 

Mangueiras

mangueiras

 

 

 

 

 

 

Válvula Termostática

válvula termostática

 

 

 

 

 

 

Sensores de temperatura

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Reservatórios de água

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Tubo d’ água (fluxo d’ água)

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Tampas de Radiador e Reservatório

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Os principais defeitos são furos no radiador, bomba d´água sem funcionamento travada, válvula termostática travada fechada, tampas de radiador e reservátorio trincadas com vazamentos, junta de cabeçote queimada e mangueiras furadas.

Revisões

Evite o superaquecimento e o travamento do motor fazendo revisões periódicas, é recomendado fazer a revisão do sistema de arrefecimento uma vez por ano ou a cada 30 mil quilômetros.

O que deve ser revisado na elétrica do carro

 

A parte elétrica do seu veículo é muito delicada. Cuidando do sistema, você não corre o risco de parar no trânsito. É necessária atenção a diversos componentes para que não ocorra nenhum tipo de pane que resulte em prejuízo ou multa. Listamos cinco itens que devem ser revisados periodicamente para evitar problemas.

Bateria - Principal componente do sistema elétrico do seu carro, a bateria alimenta todo o conjunto. A vida média da bateria é de até quatro anos na melhor das circunstâncias. Uma vez por ano, porém, leve seu carro a uma oficina especializada para a verificação da bateria. Lá serão executados testes que confirmam se a bateria necessita ou não de troca.

Alternador - O alternador é fundamental para o sistema elétrico, pois sem ele seu carro dependeria somente da energia acumulada na bateria, o que duraria. Por isso, sempre que encontrar alguma anormalidade como dificuldades na partida do motor, variação na iluminação das lâmpadas de farol, luz de bateria no painel acesa, procure rapidamente a sua oficina mecânica para que se verifique o funcionamento do alternador.

Iluminação - O sistema de iluminação do carro é muito importante para sua segurança. Verificar as lâmpadas dos faróis e das lanternas é extremamente necessário para evitar acidentes. “A duração das lâmpadas seguem uma normal internacional e devem durar, no caso de lâmpadas mais simples, no mínimo, 700 horas. Esse número é lei e deve ser cumprido por todas as empresas que oferecem estes produtos. A Philips recomenda nos seus produtos que a troca seja feita durante o período de dois anos. Independente do funcionamento da lâmpada recomenda-se a troca por motivos de segurança, para que o motorista não sofra com um problema durante uma viagem à noite, por exemplo”, explica Juliana Gubel, gerente de marketing da Philips.

Sinalização - As luzes de posição e as setas também devem ser verificadas para evitar colisões. Por serem luzes mais utilizadas, é recomendável a troca anual. Devemos lembrar que não se deve esperar a lâmpada queimar para efetuar a troca. Ela deve ser feita com a lâmpada ainda funcionando, para evitar o risco de queima durante uma situação onde ela é necessária.

Periféricos - Vidros e travas elétricas são funções que servem mais para o seu conforto, mas que merecem atenção. Leve seu carro ao mecânico uma vez por ano para executar a revisão desses componentes, afinal, ninguém quer tomar um banho de chuva dentro do carro, pois o vidro elétrico não quer fechar. É preciso atenção com a instalação de alarme e sistema de som que não vieram de fábrica. A instalação de forma incorreta pode sobrecarregar a bateria, diminuindo sua vida útil e podendo fazer com que ela pare de funcionar em qualquer situação.

Fique atento aos avisos no painel do carro. As luzes podem indicar se seu carro tem algum problema. Nos carros mais modernos, fique atento ao computador de bordo do seu veículo.  Algumas montadoras colocam avisos pré-determinados por tempo ou quilometragem para lembrar de executar diversos tipos de revisões.

Fonte: Meu Automóvel Terra

Atenção! Cuidado com pegadinhas ao checar lubrificantes e fluidos

Mal o motorista encosta o carro no posto e o frentista já pergunta: “Quer ver óleo, água do radiador, fluido de freio…”. A iniciativa pode até ser boa, mas é preciso atenção para fazer a checagem da forma correta. Os lubrificantes e fluidos do carro têm particularidades e o uso incorreto pode trazer prejuízos. Veja, abaixo, o que deve ser observado.

Água – Apesar de chamada de “água do radiador”, o líquido do sistema de arrefecimento é composto por água e um aditivo específico recomendado pela montadora para manter limpas as peças. O indicado é conferir o nível com o motor frio uma vez por semana ou, no máximo, a cada 15 dias. Esse líquido também deve estar entre os níveis mínimo e máximo. Nos reservatórios, normalmente transparentes, há essas indicações. É normal baixar um pouco. Neste caso, pode ser colocada somente água sem o aditivo. Porém, o risco nesse caso é colocar água além do nível máximo, o que pode aumentar as chances de vazamento e superaquecimento. Se estiver baixando, é provável que exista um vazamento.

Óleo do motor – Além de seguir à risca os prazos de troca de óleo estipulados pela montadora, o motorista deve verificar pelo menos a cada 15 dias o nível. A marcação deve estar entre o mínimo e o máximo. E aí está uma pegadinha. A verificação deve ser feita com o motor do carro frio, após o veículo ficar desligado por pelo menos 10 minutos. Por isso, não adianta estacionar no posto com o motor quente e tirar a vareta. Isso dará uma falsa impressão de que nível está baixo e pode induzi-lo a colocar mais óleo desnecessariamente. Vale lembrar que o excesso de lubrificante no motor provoca vazamentos e pode estragar peças como velas e o catalisador.

Fluido de freio – A verificação, neste caso, pode ser feita com o motor quente, mas desligado. Também deve estar entre o nível mínimo e o máximo. Mas o fluido de freio costuma baixar se não tiver vazamentos. Em caso de nível baixo, o reservatório deve ser completado. O motorista precisa ficar atento se não há vazamentos e se a luz indicativa no painel não irá acender. Antes de remover a tampa do reservatório e adicionar o fluido (caso necessário), limpe cuidadosamente a área ao redor da tampa do reservatório para evitar a contaminação do fluido por outros produtos.

Direção hidráulica – Esse geralmente é esquecido até nos postos de combustível. Assim como o óleo do motor, o reservatório da direção hidráulica (fica próximo ao motor) tem nível mínimo e máximo. Não deixe ficar fora dessa faixa. Abaixo ou acima do nível pode prejudicar o sistema e deixar o volante pesado. Se tiver a necessidade de completar, há um óleo específico, que é diferente do motor.

Embreagem hidráulica – Em carros com embreagem hidráulica (sem cabo), é preciso ficar atento também ao fluido da embreagem. Em muitos carros ele é o mesmo usado no freio e no mesmo reservatório, mas em alguns carros há um reservatório separado. Por isso, você precisa verificar no manual do proprietário do seu automóvel onde é o reservatório, qual o fluido usado e qual o nível indicado.

Fonte: Terra Meu Automóvel

10 mitos e verdades sobre manutenção de carros

Abaixo veremos o que realmente é mito ou verdade no que diz respeito a manutenção:

Mitos

1 – Aquecer o carro – Foi-se o tempo em que você precisava ficar cinco minutos aquecendo o carro antes de arrancar. Os veículos novos (praticamente todos de 2000 para cá) têm um sistema de gerenciamento eletrônico que possibilita o mesmo desempenho frio ou quente.

2 – Banguela – Deixar o carro em ponto morto nas descidas, a chamada banguela, não traz economia de combustível. Isso porque nos carros com injeção eletrônica o sistema identifica que não precisa injetar combustível e interrompe o fluxo vindo do tanque. Além disso, é questão de segurança usar o freio motor nas descidas. Portanto, o motorista nunca deve usar a banguela.

3 – Vela sempre falha - As velas do carro precisam ser trocadas exatamente com a quilometragem recomendada pela montadora. Elas podem estar danificadas mesmo sem o motorista notar falhas. O maior problema de defeitos nas velas é o aumento no consumo de combustível. Em caso de uma vela estragada, todo o jogo (geralmente quatro) deve ser trocado.

4 – Mistura nos flex – Os carros flex estão preparados para ter o mesmo rendimento com álcool ou gasolina e com qualquer mistura entre os dois combustíveis. Não existe mais essa história de fazer contas para colocar um percentual de álcool e outro de gasolina. E o motorista pode mudar de um combustível para o outro sem neurose e sem um período para “aclimatação” do novo combustível. Motor não vicia.

5 – Ar condicionado - Ligar o ar condicionado não gasta o gás do sistema, não se preocupe. Isso é uma das maiores bobagens sobre manutenção automotiva. O gás, aliás, não precisa ser completado ou reposto se tudo estiver em dia. Ele só vazará em caso de defeito.  O gás do ar também não vicia nem fica velho.

Verdades

6 – Álcool a 70% da gasolina – Se você tem dúvida se usar álcool ou gasolina, basta fazer os cálculos. O álcool faz menos quilometragem por litro rodado do que a gasolina. Por isso, para ser economicamente rentável, vale a pena abastecer com álcool quando ele está até 70% do valor da gasolina na bomba. Basta pegar a calculadora.

7 – Pé na embreagem. É verdade, o hábito de dirigir com o pé no pedal da embreagem pode prejudicar o seu carro. A prática errada abrevia a vida útil das peças de embreagem. Pode deixá-lo na rua sem conseguir engatar as marchas ou arrancar o carro. A principal peça danificada é o disco de embreagem.

8 – Amaciar carro novo - Com o aumento da tecnologia na produção das peças, os carros hoje precisam de menos tempo para amaciar o motor. Mas ainda é necessário esse período de amaciamento. As montadoras falam no manual do proprietário a quilometragem em que o motorista deve evitar fortes acelerações, geralmente entre 1 mil a 3 mil quilômetros.

9 – Aumento do consumo – Ligar o ar provoca, sim, maior gasto de combustível nas cidades, em média de 10% a 20% mais. Porém, na estrada, andar com os vidros abertos a mais de 80 km/h interfere na aerodinâmica do carro. Isso vai fazer que gaste mais com os vidros abertos do que se estivesse com o ar ligado porque a entrada lateral de vento vai interferir no rendimento. Mesmo no inverno, porém, é recomendado ligar o ar condicionado do carro pelo menos uma vez por semana para circular o gás e o óleo. Faça isso por 10 minutos para garantir a lubrificação do sistema e evitar ressecamento das peças.

10 – Guicho câmbio automático – Guinchar um veículo automático de maneira errada pode danificar a caixa de câmbio, sim. Isso porque as rodas da tração (dianteira ou traseira) não podem ir rodando com o motor desligado. Se o carro tem tração dianteira (maior parte no Brasil) pode ir só com as rodas traseiras rodando. Mas se você não sabe ao certo onde é a tração, melhor não arriscar. O mais recomendado para rebocar carros com câmbio automático é em guinchos de plataforma.

Mantenha seu carro com a manutenção em dia!

Fonte:Terra (Meu Automóvel)

Nova tecnologia reduz emissões de carbono em motores à gasolina

Foto de Divulgação
Solução foi concebida para atender as rígidas exigências do Euro 6.

Solução foi concebida para atender as rígidas exigências do Euro 6 A Umicore, fabricante mundial de catalisadores automotivos, desenvolveu uma nova tecnologia capaz de tratar até 95% das partículas dos motores a gasolina, denominado GPF (sigla, em português, de Filtro de Partículas para Gasolina). A solução elimina as partículas de fuligem (carbono) que são emitidas pelos automóveis equipados com sistema de injeção direta, utilizado para aumentar a eficiência no consumo deste combustível. A tecnologia auxiliará as montadoras a atender a nova legislação de emissão de poluentes (Euro 6) para veículos de passeio, que estabelece limites mais rígidos para o número de substâncias nocivas emitidas por veículo. Projetado no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Catalisadores Automotivos da Umicore em Hanau (Alemanha), o projeto foi resultado de um estudo conjunto entre a Umicore e o instituto suíço EMPA (Laboratórios Federais de Ciência e Tecnologia de Materiais), com apoio de parceiros fornecedores de substratos e filtros e desenvolvedores de sistemas de gestão do motor. “Testes extensivos em veículos foram executados para que pudéssemos entender os desafios para formatação desta tecnologia. Uma das grandes vantagens do motor com tecnologia de injeção direta e que passará a utilizar o GPF é que, além de ser mais eficiente na queima do combustível, o sistema contribui significativamente na redução de partículas de carbono”, afirma Stephan Blumrich, vice-presidente e gerente geral da Unidade de Catalisadores Automotivos da Umicore na América do Sul.

Fonte: AutoEstrada Ricardo Panessa